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23 de outubro de 2011
Minha bela dama
My Fair Lady conta a história de uma vendedora de flores bastante rude e do professor Henry Higgins. A moça passa por aulas de dicção e postura por causa de uma aposta feita entre ele e o amigo Hugh Pickering, dizendo ser capaz de transformar uma simples vendedora de flores numa dama da alta sociedade, num espaço de seis meses.Um musical divertido, com canções inesquecíveis como I Could Have Danced All Night. O talento de Audrey Hepburn é demonstrado nas expressões e transformações na postura de Eliza, que vai evoluindo no decorrer do filme, mas sem perder sua personalidade forte.
O mais interessante em My Fair Lady é que trata-se de uma história de amor completamente atípica. Não temos um casal apaixonado, trocando juras de amor. Não há um único beijo no filme. A relação de Eliza e Henry é extremamente tensa, o amor fica velado, sem que nenhum dos dois seja capaz de admitir. O tom de comédia também é muito forte. Eliza é bastante atrapalhada e suas atitudes arrancam risadas do público como na cena em que vai acompanhar uma corrida de cavalos. Ainda assim levou multidões aos cinemas para sonhar com aquele conto de fadas.
Audrey Hepburn foi a grande cinderela dos anos 60/70 de Hollywood, não há dúvidas. Com sua beleza e sua classe, protagonizou histórias de amor inesquecíveis como Sabrina, Bonequinha de luxo ou Cinderela em Paris. Mas, quando seu nome foi o escolhido para interpretar Eliza Doolittle nos cinemas, a polêmica foi grande. Primeiro, porque a atriz não tinha uma voz tão potente para o musical, depois porque Eliza estava sendo interpretada há anos por Julie Andrews na Broadway. Os estúdios acharam que Julie não tinha experiência cinematográfica, mas o público achou tão absurdo que ela foi convidada para estrelar Mary Poppins, que acabou lhe rendendo o Oscar de melhor atriz no mesmo ano. Com toda a polêmica, Audrey ficou incomodada em ser dublada pela cantora Marni Nixon e gravou todas as músicas que foram mixadas em duas vozes. O resultado é muito interessante. Mas, os agudos mais altos são mesmo da dubladora, que tem um timbre bem parecido com o de Julie Andrews. A semelhança fez com que algumas pessoas achassem que era ela quem cantava. A única coisa que não gosto no filme é isso... Falar que Audrey Hepburn não seria capaz de fazer é uma enorme mentira com a grande atriz que ela é, não tirando o merito de Julie Andrews. A prova disso é que o filme está na 8ª colocação na Lista dos 25 maiores Musicais Americanos de todos os tempos, idealizada pelo American Film Institute (AFI) e divulgada em 2006. E ganhou 8 oscars, foi ainda indicado a mais 4. Ganhou 3 globos de ouro, foi ainda indicado a mais 2, incluindo melhor atriz. Ganhou 1 BAFTA e foi indicado a mais 1. Dentre outros prêmios e indicações. Esse filme é um clássico e um sucesso que vale à pena ser visto. Veja algumas fotos:
Cinderela em Paris
Funny Face
Um famoso fotógrafo de modas, Dick Avery (Fred Astaire), trabalha para a Quality Magazine, uma conceituada revista feminina. Dick cumpre as determinações da editora da revista, Maggie Prescott (Kay Thompson), que não está satisfeita com os últimos resultados e tenta encontrar um "novo rosto". Dick o acha em Jo Stockton (Audrey Hepburn), uma balconista de uma livraria e filósofa amadora no Greenwich Village onde um ensaio fotográfico ocorrera recentemente. Após certa resistência, Maggie aceita Jo como a modelo que irá à Paris para fotografar e ser o símbolo da Quality. Jo só concorda pois lá poderá conhecer Emile Flostre (Michel Auclair), um intelectual cujas idéias ela idolatra. Entretanto, ao chegarem em Paris as coisas não correm como o planejado.
| Audrey Hepburn (Jo Stockton) |
| Fred Astaire (Dick Avery) |
Neste clássico indicado ao Oscar, lançado em 1957, Fred Astaire e Audrey Hepburn, juntam seus talentos, cantando e dançando pelos boulevares de Paris neste musical eterno. Filmado em locações em Paris, este romântico musical apresenta memoráveis canções. Veja uma parte da música "Funny Face":
"I love your funny face
your sunny, funny face
Though you're a cutie
with more than beauty
you've got alot of
personal-i-ty for me"
19 de outubro de 2011
O Fabuloso destino de Amelie Poulain
Le Fabuleux Destin d'Amélie Poulain
2001 (França)
| Audrey Tautou (Amélie Poulain) |
| Mathieu Kassovitz (Nino Quincampoix) |
O filme conta a história de Amélie, uma menina que cresceu isolada das outras crianças. Isso porque seu pai achava que Amélie possuia uma anomalia no coração, já que este batia muito rápido durante os exames mensais que o pai fazia na menina.
Na verdade, Amélie ficava nervosa com este raro contato físico com o pai. Por isso, e somente por isso, seu coração batia mais rápido que o normal. Seus pais, então, privaram Amélie de frequentar escola e ter contato com outras crianças.
Sua mãe, que era professora, foi quem a alfabetizou até falecer quando Amélie ainda era menina. Sua infância solitária e a morte prematura de sua mãe influenciaram fortemente o desenvolvimento de Amélie e a forma como ela se relacionava com as pessoas e com o mundo depois de adulta.
Após sua maioridade, mudou-se do subúrbio para o bairro parisiense de Montmartre, onde começou a trabalhar como garçonete. Certo dia, encontra no banheiro de seu apartamento uma caixinha com brinquedos e figurinhas pertencentes ao antigo morador do apartamento. Decide procurá-lo e entregar o pertence ao seu dono, Dominique, anonimamente. Ao notar que ele chora de alegria ao reaver o seu objeto, a moça fica impressionada e remodela sua visão do mundo.
A partir de então, Amélie se engaja na realização de pequenos gestos a fim de ajudar e tornar mais felizes as pessoas ao seu redor. Ela ganha aí um novo sentido para sua existência. Em uma destas pequenas grandes ações ela encontra um homem por quem se apaixona à primeira vista. E então seu destino muda para sempre.
Direção de arte primorosa, edição ágil, fotografia que realça a beleza de Audrey Tatou e a comovente trilha sonora composta por Yann Tiersen dão um charme todo especial a este filme que transfere ao espectador um sentimento de nostalgia e paz de espírito. Um romance de uma singeleza que comove e apaixona. Não tem como não ficar hipnotizado pelos olhos de Amélie e pelo seu crescimento como ser humano. O roteiro foi escrito quase com um conto de fadas com direito a voz melodiosa de um narrador em off que vai pontilhando cada descoberta da personagem até o fim da história. Deixe-se levar pelo sorriso de Amélie e também se apaixone por esta história.
Provavelmente quem não curte cinema frânces com certeza vai ficar entediado, porém, quem curte e aprecia o que tem sempre por trás de cada filme vai achá-lo um espetáculo! O filme mostra de uma forma lúdica e suave como podemos observar melhor detalhes que passam despercebidos no nosso cotidiano, e que podemos interferir positivamente para que se tornem coisas grandes e reais, não só para com os outros como também para nós mesmos.
Enxergar os mínimos detalhes da vida... Dar sentido ao menor sinal de vitalidade existente num ser, saber dar valor ao que os outros deixam passar despercebido e acima de tudo transmitir boas vibrações e porque não ações também? Seria essa a idéia dessa magnífica obra francesa?
Cores fortes a lá Almodovár, montagem e fotografia perfeitas, atuações consistentes e seguras de todo o elenco e muita, mas muita originalidade, gostei do início ao fim, um filme lindo, pra poucos, é claro, se você é do tipo que gosta de tiros, explosões ou então cenas quentes de sexualidade e piadinhas ''zorra total''... Esquece! Você não vai gostar desse filme. Esse longa tem uma delicadeza e uma simpatia diferente dos outros, talvez seja a personagem central, que esbanja ingenuidade e bondade. Talvez mostre um mundo colorido demais, pra alguns uma utopia, mas quem não gostaria que a vida fosse fabulosa assim?
Quando Paris delira
Paris - When It Sizzles
1964 (EUA)
Alexander Meyerheim (Noel Coward) é um produtor de Hollywood que contratou Richard Benson (William Holden), um roteirista, pois gostou do título da história prometida por ele: "A Moça que Roubou a Torre Eiffell". Porém, nenhuma das 138 páginas que deveriam existir foram escritas, pois em vez de trabalhar no roteiro Benson ficou bebendo e se divertindo. Dois dias antes da chegada do produtor a Paris, Richard contrata Gabrielle Simpson (Audrey Hepburn), uma secretária temporária, para ajudá-lo a fazer o trabalho. Porém, o serviço toma um rumo inesperado.
| Audrey Hepburn (Gabrielle Simpson) |
| William Holden (Richard Benson) |
Após ser contratado por Alexander Meyerheim, produtor de Hollywood, para escrever em Paris o roteiro de seu próximo filme, a um preço de US$ 5 mil/semana, Richard Benson passa quase cinco meses sem iniciar o trabalho, gastando seu dinheiro nas praias de Saint-Tropez e Antibes, em touradas na Espanha, no Cassino de Monte Carlo e com muitas garrafas de vodca.
Ao tomar conhecimento que Meyerheim vai chegar à Paris dentro de dois dias para reclamar o roteiro encomendado, Benson contrata uma secretária temporária, Gabrielle Simpson, para ajudá-lo com a parte de datilografia. Gabrielle assusta-se com o pouco tempo de que dispõem para a realização do trabalho, principalmente quando ele lhe confessa que não chegou nem a pensar em como desenvolver a trama. A única coisa que sabe é que o filme deverá chamar-se "A Garota Que Roubou a Torre Eiffel".
Os dois começam a trabalhar. Em menos de dez minutos, diversos roteiros são iniciados e em seguida rasgados, pois Benson não se sente satisfeito com as idéias que tem tido. Depois que ela comenta sobre seu programa para o Dia da Bastilha, o domingo em que o roteiro deverá estar concluído, ele pega um gancho em sua história e modifica completamente a linha que vinha adotando.
Ao longo do trabalho, Gabrielle vai-se identificando com a garota do filme, Gabi, ao mesmo tempo em que começa a se sentir envolvida sentimentalmente com Benson. Ao terminarem o roteiro, na manhã do dia em que Meyerheim deverá chegar à Paris, ela se despede de Benson, lamentando que o filme não tenha tido um final feliz.
Depois que Gabrielle parte, ele toma consciência de que também se sente envolvido por ela, uma bela garota bem mais nova que ele, mas que, acredita ser a pessoa ideal para dar um novo rumo à sua vida desregrada. Assim, jogando para o alto o roteiro recém concluído, ele vai ao seu encontro, a quem propõe a feitura de um novo roteiro com final feliz.
"Quando Paris alucina" é um filme inocente e despretensioso, realizado com uma leveza que Hollywood foi perdendo aos poucos, até se transformar nessa máquina pesada demais, comprometida demais, preocupada demais, em que o humor oscila entre o escatológico e o besteirol, com as exceções de sempre.
Para que gosta de cinema, esse filme é fascinamente, pois mostra como um roterista cria um filme. E o papel não poderia ter sido feito melhor, William Holden consegue demostrar toda a paixão que um roteirista passa quando está escrevendo, criando uma obra de arte. Porém, Audrey Hepburn impregna o filme com sua personagem e personalidade, trazendo todas as atenções para ela (talvez nenhuma outra atriz pudesse fazê-lo).
12 de outubro de 2011
How to Make an American Quilt
O filme Colcha de retalhos narra as experiências de vida de um grupo de mulheres maduras, que costumam reunir-se a cada ano para confeccionar uma colcha de retalhos. Cada uma delas borda um pedaço de pano que é algo relacionado com o sentimento de cada uma delas, no final elas unem todos os pedaços formando uma linda colcha artesanal, mostrando através desses bordados o momento em que elas foram realmente felizes.
Todas essas histórias foram objetos de estudo de tese da mestranda Finn uma jovem, que se encontra dividida entre casar-se com o homem que ama e sua liberdade. Naquele ano em que ela está prestes a se casar com Sam, resolve passar três meses na casa de suas tias Jaci e Gladi (sua avó e tia avó), em uma cidade mais calma. Na casa o grupo de mulheres confecciona uma colcha para presenteá-la, e o tema escolhido por todas elas é “onde mora o amor”. No decorrer do filme, Finn fica conhecendo as histórias e segredos de cada uma daquelas senhoras, e isto serve para que ela vá, aos poucos, refletindo sobre o que realmente quer de sua vida. No início do filme pode-se observar em uma cena, que foca o desenrolar de um carretel de linha, fazendo uma comparação entre este procedimento e a vida do ser humano: a vida se desenrola aos poucos, em uma seqüência, exatamente da mesma forma que o rolo de linha.
O filme trata em separado a experiência de cada uma daquelas senhoras, as história são ricas em significação. As primeiras a contarem seus segredos é a tia e a avó Jaci Gladi. Ao encontrar-se desesperada pelo fato de seu marido estar á beira da morte, acaba envolvendo-se, com o marido de Gladi. Na mesma cena em que Gladi descobre a traição do marido com a irmã, há construção de metáfora: ela quebra tudo o que vê pela frente, recolhe todos os cacos e faz obras de arte nas paredes de sua casa.
A próxima história a ser revelada é a de Sofia. Quando jovem, era nadadora e sonhava em seguir carreira, mas com um casamento precoce fez com que ela abandonasse todos. Nesta história pode-se destacar uma antítese: ela era nadadora e ele geólogo, ou seja, ela era água e ele a terra. Há também uma metáfora do laguinho que ele construíra para ela. Compensação por ela ter abandonado a natação.
A seguinte é de Em que conta pessoalmente a sua história para Finn. Ela é casada com um artista, um pintor, que traía muito, desde o início de seu casamento. Neste episódio aparece como símbolo o vermelho, cor em que o artista tenta pintar o retrato de sua musa, mas não consegue, de tão grande que sua beleza e o desejo que sente por ela. A personagem conta sua história, pronuncia a frase “A fêmea fica no ninho enquanto o macho sai para exibir suas penas”, Faz uma alusão ao machismo e a posição submissa da mulher perante ao marido.
Outra daquelas senhoras, narra a Finn que ama seu falecido marido, mas estava fragilizada com a perda e acabou cedendo aos encantos do marido de Em. As últimas a revelarem suas histórias são a de Ana e Mariana (mãe e filha).Neste trecho do filme o símbolo é o corvo que simboliza a garra e a perseverança da mulher negra; onde Mariana, é uma mulher experiente que viveu em Paris e teve muitos homens, mas aquele que ela realmente quis ela não pode ter. Este homem representa a fidelidade, pois recusou sair com ela porque amava sua esposa.
Uma antítese pode ser perfeitamente percebida no que se refere á experiência daquelas mulheres e a sede de Finn em viver intensamente. Antítese relevante diz respeito ás irmãs Gladi e Jaci em oposição a Sofia. Enquanto as primeiras mostram-se alegres e felizes, apesar de tudo, o que lhes aconteceu à segunda mostra-se mal-humorada e infeliz. Outro símbolo que aparece no filme é o morango. Ele representa a paixão proibida e o desejo que envolve Finn e um rapaz do povoado que ela sentiu-se muito atraída. Também acontece um vendaval que aparece como uma metáfora das idéias da moça. Sua cabeça está confusa principalmente depois da conversa com sua mãe: tudo o que a mãe lhe ensinará, agora, entretanto, a mãe agora afirmava que estava enganada. Depois do vendaval tudo ficou mais clara para Finn, e também para outras pessoas.
Sofia ao sentar-se no laguinho pela primeira vez, começa a encarar a vida com mais alegria, pois procura lembrar-se apenas dos momentos bons em que viveu. Em, ao entrar no atelier do marido para proteger-se do vendaval, descobre que era a única mulher que ele realmente amou, entrando lá percebeu que só havia seus retratos. Gladi também quebra todas aquelas paredes com cacos de vidro, significa que passou o ressentimento, ela perdoou sua irmã da traição. No final do filme, sua avó a cobre com a colcha que elas confeccionaram então ao acordar enrolada pela colcha de retalhos, o corvo aparece novamente e vai guiando até a escolha certa de que seu verdadeiro amor é o Sam.
Eu me apaixonei por esse filme, você também se apaixonará.
4 de setembro de 2011
The Time Traveler's Wife
No Brasil o filme se chama "Te amarei para sempre". O filme conta a história de Henry DeTamble - vivido por Eric Bana - que sofre de uma rara modificação genética, que o faz viajar pelo tempo involuntariamente. Numa de suas viagens, ele conhece a pequena Clare - vivida por Rachel McAdams -, que se apaixona por ele imediatamente. Ano após ano, ela espera sempre no mesmo lugar que este estranho viajante retorne. Até que os dois, finalmente, se encontram e a paixão começa. Porém, o curso da vida de Clare é normal e, quando ela menos espera, seu grande amor desaparece, sem data para retornar. Como poderia um romance suportar a estas indas e vindas?
Uma das coisas que podemos acrescentar em nossa vida vendo esse filme é que é preciso aceitação para que um amor dure. Clare tem de conviver com as limitações que a condição de Henry lhes impõe. Muitas pessoas só conseguem ver a fantasia do filme (nesse caso, um homem que viaja no tempo), é preciso ver o que a fantasia quer nos mostrar, para assim apreciar a obra. Se encante com esse filme!
Uma das coisas que podemos acrescentar em nossa vida vendo esse filme é que é preciso aceitação para que um amor dure. Clare tem de conviver com as limitações que a condição de Henry lhes impõe. Muitas pessoas só conseguem ver a fantasia do filme (nesse caso, um homem que viaja no tempo), é preciso ver o que a fantasia quer nos mostrar, para assim apreciar a obra. Se encante com esse filme!
1 de agosto de 2011
Across The Universe
Nas letras das canções mais famosas do mundo existe uma história que nunca foi contada… Inusitados encontros proporcionam a Sadie, JoJo, Prudence e aos irmãos Lucy e Max, singulares experiências que não aconteceriam se não fosse a iniciativa do jovem estivador Jude (Jim Sturgess) de deixar Liverpool em busca do pai, um ex-soldado que constituiu família nos Estados Unidos. Across the Universe é um musical revolucionário de rock, com amores, diferenças ideológicas, sociais e belíssimas canções que recria, com delicadeza e psicodélica criatividade, a América do turbulento período do fim da década de 60. Para quem gosta das músicas românticas e mais conhecidas dos The Beatles irão adorar esse filme. O filme é contado em músicas. Site oficial do Across The Universe.
Across the Universe (Através do universo) é uma produção estado-unidense de 2007 dirigida por Julie Taymor, de Frida. O filme retrata os anos 1960, com suas lutas, guerras e paixões, ambientando toda uma época através da obra dos Beatles. Veja o trailer:
Eu sou completamente apaixonada pelos Beatles, então não poderia ser diferente, eu cai de amores por esse filme... Veja uma das cenas: (Você pode encontrar todas as cenas no youtube)
Across the Universe (Através do universo) é uma produção estado-unidense de 2007 dirigida por Julie Taymor, de Frida. O filme retrata os anos 1960, com suas lutas, guerras e paixões, ambientando toda uma época através da obra dos Beatles. Veja o trailer:
Eu sou completamente apaixonada pelos Beatles, então não poderia ser diferente, eu cai de amores por esse filme... Veja uma das cenas: (Você pode encontrar todas as cenas no youtube)
23 de junho de 2011
Letters to Juliet (Cartas para Julieta)
No Brasil: "Cartas para Julieta"
Sophie (Amanda Seyfried) é uma aspirante a escritora e juntamente com noivo Victor (Gael García Bernal), que sonha em ter seu próprio restaurante, viaja para a Itália. Em Verona, onde se passou a história de Romeu e Julieta, local perfeito para uma lua de mel antecipada, Sophie acaba percebendo que seu noivo está mais interessado nos fornecedores para seu restaurante do que nela. Na cidade, descobre uma carta não respondida para Julieta, uma das milhares de longas cartas deixadas para um personagem de ficção conhecido como amante de Verona (Romeu) que, normalmente, são respondidas pelas secretárias de Julieta. A garota, então, decide responder essa carta. Para sua surpresa, a remetente Claire Smith (Vanessa Redgrave) ouve o conselho dado na resposta e vai procurar Lorenzo por quem se apaixonou na juventude. Mas existem muitos italianos com o mesmo nome e Sophie mostra interesse em ajudá-la na tarefa, desagradando o neto Charlie (Christopher Egan) que já tinha reprovado essa louca aventura da avó viúva.
O filme conta com o belíssimo cenário da Itália, com a belíssima história de Shakespeare e com uma história diferente, divertida e doce... Conta com duas histórias de amor, uma se re-descobrindo e a outra se descobrindo... É lindo!
5 de abril de 2011
Roman Holiday (A princesa e o pebleu)
No Brasil "A princesa e o Pebleu"
Roman Holiday é um filme estadunidense de 1953, do gênero romance, dirigido por William Wyler e com roteiro baseado em história de Dalton Trumbo. Tem como atores principais os incomparáveis Audrey Hepburn como a Princesa Ann e Gregory Peck como o fotógrafo Joe Bradley.
Uma princesa entediada resolve se divertir anonimamente em Roma.
Lá, ela acaba se envolvendo com um fotógrafo que, inicialmente, pretende se aproveitar da situação para dar um "furo" mas, posteriormente, se apaixona pela jovem e resolve preservá-la.
2 de fevereiro de 2011
He's Just Not That Into You (Ele não está tão afim de você)
Em inglês tem o título: 'He's Just Not That Into You'
É um filme incrível que mostra para a mulher o universo masculino. Como por exemplo, quando o homem não liga, ele não quer ligar mesmo. Não é para pôrmos desculpas, como por exemplo: "Será que ele perdeu meu número?" Não, amiga, sinto lhe dizer, ele não quer te ligar. Essa é uma das lições que o filme conta.
É um filme incrível que mostra para a mulher o universo masculino. Como por exemplo, quando o homem não liga, ele não quer ligar mesmo. Não é para pôrmos desculpas, como por exemplo: "Será que ele perdeu meu número?" Não, amiga, sinto lhe dizer, ele não quer te ligar. Essa é uma das lições que o filme conta.
31 de outubro de 2010
Somewhere in Time (Em algum lugar do passado)
No Brasil conhecido como 'Em algum lugar do passado'
Um filme lançado em 1980 estrelando Christopher Reeve e
Jane Seymour como atores principais. Com direção de Jeannot Szwarc e roteiro de Richard Matheson. O filme é baseado no romance de Richard Matheson originalmente publicado com o título de Bid Time Return em 1975 e mais tarde republicado como Somewhere in Time. O filme retrata a vida de um jovem que retorna ao passado para resgatar uma mulher que, no presente, diz ser o seu grande amor.
Como descrever esse filme? É lindo, doce, romântico, encantador... Mas não encanta a todos, porque o ponto principal do filme - a viagem no tempo de Richard para encontrar seu amor - é fantasioso e somente as pessoas que conseguem enchergar além do fantasioso se apaixonam por essa grande obra. O filme mostra que o amor faz com que nos esforçemos ao máximo para estar ao lado de quem amamos. Mostra que nem o tempo pode destruir o amor. Mostra que acabamos definhando quando perdemos o grande amor da nossa vida. É preciso sensibilidade para apreciar essa obra.
Ganhou o oscar de melhor figurino. Ganhou o Saturn Awards de melhor filme fantasioso, melhor música e melhor figurino. Ganhou o prémio de crítica no Festival de Cinema Fantástico de Avoriaz.
Jane Seymour como atores principais. Com direção de Jeannot Szwarc e roteiro de Richard Matheson. O filme é baseado no romance de Richard Matheson originalmente publicado com o título de Bid Time Return em 1975 e mais tarde republicado como Somewhere in Time. O filme retrata a vida de um jovem que retorna ao passado para resgatar uma mulher que, no presente, diz ser o seu grande amor.
Como descrever esse filme? É lindo, doce, romântico, encantador... Mas não encanta a todos, porque o ponto principal do filme - a viagem no tempo de Richard para encontrar seu amor - é fantasioso e somente as pessoas que conseguem enchergar além do fantasioso se apaixonam por essa grande obra. O filme mostra que o amor faz com que nos esforçemos ao máximo para estar ao lado de quem amamos. Mostra que nem o tempo pode destruir o amor. Mostra que acabamos definhando quando perdemos o grande amor da nossa vida. É preciso sensibilidade para apreciar essa obra.
Ganhou o oscar de melhor figurino. Ganhou o Saturn Awards de melhor filme fantasioso, melhor música e melhor figurino. Ganhou o prémio de crítica no Festival de Cinema Fantástico de Avoriaz.
28 de outubro de 2010
Breakfast at Tiffany's (Bonequinha de Luxo)
No Brasil conhecido como 'Bonequinha de Luxo'
O filme tem roteiro baseado na obra do célebre escritor Truman Capote. O drama de 1961, se passa na cidade de Nova York e tem como atores principais Audrey Hapburn na pele de Holly Golightly e George Peppard como Paul Varjak. O longa conta com direção de Blake Edwards e o roteiro de George Axelrod.
Uma das melhores atuações femininas que eu já vi. Tudo, mas tudo mesmo, desde o enredo até os outros personagens ficam apagados pela atuação de Audrey Hepburn. Holly Golightly, personagem de Audrey, é uma acompanhante de homens em troca de dinheiro (não a considero uma prostituta, pois em nenhum momento fica clara a relação sexual, ela apenas acompanha em um jantar, em uma festa, conversa e diverte a pessoa) que mora sozinha em seu apartamento tendo como companhia apenas um gato. Holly não faz questão de esconder que gosta da riqueza, mas o mais interessante é que isso não faz dela uma mulher esnobe, pelo contrário, essa característica torna a personagem ainda mais carismática, principalmente depois de descobrirmos que ela tem origem humilde. Outro ponto interessante é o desapego
material que ela tem, algo estranho se formos pensar em pessoas ricas atualmente. Seu apartamento quase não tem mobília e seus pertences ficam jogados pelo chão. A inocência que ela tem, o que com a sua beleza incomparável, torna a personagem exponencialmente mais interessante. A simplicidade da personagem, que contradiz seu gosto pela riqueza. A personagem foi uma coisinha das mais lindas que já apareceu no cinema. Tudo nela era perfeito: suas roupas, seu cabelo, seu andar, sua voz, sua personalidade, seu jeitinho. Delicada, sozinha, divertida, inteligente, tem um lugar de paz onde vai para se livrar de maus sentimentos, não dar nome ao gato remete a uma recusa ao apego, tenta fugir do comprometimento de qualquer jeito, inocente, doce, confusa...
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